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Inseminação artificial é alternativa para mulheres jovens

Inseminação artificial é alternativa para mulheres jovens

Um tratamento simples, a inseminação artificial é alternativa para mulheres jovens que tentam engravidar de forma natural e não conseguem. A ginecologista Milena Elisa Goes Dias Silva, da equipe do Centro de Reprodução Humana de Piracicaba, explica que a técnica é indicada para casais em que o homem tenha uma alteração de leve a moderada dos espermatozoides ou quando a mulher apresenta problemas mais simples, como a síndrome dos ovários policísticos.

Também pode ser utilizada por casais homoafetivos do sexo feminino. Neste caso, a inseminação artificial com sêmen de doador anônimo é feita em uma das mulheres.

Mulheres solteiras também podem optar pela maternidade independente a partir da inseminação artificial ou fertilização in vitro utilizando espermatozoide de doador anônimo, como ocorreu recentemente com a atriz Karina Bacchi.

Para que os resultados sejam satisfatórios, Milena Goes recomenda que os procedimentos na área de reprodução assistida, como a inseminação artificial, sejam realizados no início da vida reprodutiva do casal, de preferência antes dos 30 anos, período em que a reserva ovariana é melhor. A consulta com um especialista deve ser antecipada nos casos em que há diagnóstico prévio de problemas, como endometriose ou doenças pélvicas inflamatórias. “Quanto mais cedo o problema for identificado e tratado, maiores serão as chances de sucesso”, afirma.

Para um casal ser candidato ao tratamento com inseminação artificial, segundo a ginecologista, é preciso a garantia de que as trompas estejam em condições normais de funcionamento, sem obstruções.

Como é feita a inseminação artificial?

“Iniciamos o tratamento utilizando hormônio para induzir a ovulação e acompanhamos por ultrassom. Desta forma, conseguimos programar o dia e horário mais prováveis em que ela ocorra. Nesse dia, o homem vai ao laboratório e colhe o sêmen, que é preparado para ser transferido para o útero. É um procedimento delicado, porém rápido e não precisa de anestesia”, explica Milena Goes.

Jornalistas responsáveis: Flávia Paschoal/Marisa Massiarelli Setto – Toda Mídia Comunicação

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